Brasileiros recrutados para a guerra na Ucrânia: alerta
Maninho do céu, o perigo tá nas redes: Brasileiros recrutados pra guerra na Ucrânia
Rapaz, vamos falar a real. Propaganda nas redes sociais tá empurrando nosso pessoal pra uma cilada lá na Ucrânia. Os anúncios prometem mundos e fundos, mas a verdade é que muitos jovens, como o Paulo Ricardo de Porto Velho e o Júlio César de Machadinho D’Oeste, tão pagando com a vida. Eita pau, a coisa é séria!
Promessas enganosas e a dura realidade
No doze, essas redes vendem altos ganhos, dizendo que dá pra ganhar até R$ 26 mil por mês lutando na Ucrânia. Mas, segundo quem tá por lá, isso não passa de lorota. O pagamento atrasa, e é tudo um esculhambar. O povo quer saber: quem ganha com isso?
O risco escondido por trás da tela
É desse jeito. Os equipamentos são ruins, as condições são péssimas, e tem granada que explode na mão dos soldados. Quissó, quem tá no trecho sente o perigo. Muitos somem, e a família só recebe notícia meses depois. Não é brincadeira.
Quem vai pagar essa conta se a promessa é falsa e gente tá virando número?
Cobrança e desconfiança: quem fiscaliza esse aliciamento?
É cega. O Itamaraty confirmou 19 mortes e 44 desaparecidos desde o início do conflito. Os jovens caem na conversa fiada, mas quem tá de olho nisso? Cadê a fiscalização? Como o governo protege os cidadãos desses golpes?
Para o povo isso significa dor e engano
Vamos explicar direitinho: no dia a dia, famílias ficam abirobadas e sem amparo. Quem paga é o povo que sobra na saudade e na incerteza. É aluguel puro e ninguém segura.
Na real: proteção e informação são chaves
Quem tava no sofá dar fé que é preciso ficar esperto. As redes sociais são uma armadilha quando usadas por aliciadores. Os pais precisam orientar os jovens, desmentir promessas e ficar de olho nos sinais.
Alerta: Se tiver contato com essas promessas suspeitas, denuncie. Procure orientação jurídica e fique de olho em pautas de segurança online, antes que a broca pegue.
Não é aluguel não, isso aí tá no papel. Vamos manter a conversa! Tô só o pó com essa situação, mas juntos podemos abrir os olhos de muitos. Fiquem atentos! Quem tá no trecho já sentiu no bolso.
Assinatura: Alzir Queiroz, DRT nº 2288