Operação Zona Cinzenta: alvos da PF na Amprev
Operação Zona Cinzenta: alvos da PF na Amprev
Rapaz, o povo quer saber é quem vai pagar essa conta. A Polícia Federal tá na cola de uma história que envolve a Amapá Previdência, a famosa Amprev, em umas aplicações meio esquisitas. O negócio apertou quando resolveram investigar as Letras Financeiras do Banco Master.
Quem tá no foco?
Três nomes tão dando o que falar: Jocildo Lemos, diretor-presidente da Amprev, e dois membros do Comitê de Investimentos, Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves. Esses três foram os que deram o aval pras aplicações nas reuniões. Quem tava no sofá dar fé.
O que disseram por aí?
A bronca é que essa grana foi aprovada em três reuniões diferentes. Se você pensar que a 4ª Vara Federal do Amapá autorizou tudinho, é aluguel. Não tem ninguém com foro especial, então agora a coisa tá aberta pra todo mundo. Vamos explicar direitinho, porque conversa fiada aqui não cola.
Contexto maior
Isso tudo faz parte da Operation Compliance Zero. Ela já tava de olho em outras previdências além do Amapá. Quem tá no trecho sente quando vê que mais Estados tão nessa berlinda. Não é brincadeira não.
Cobrança do povo
Quem fiscaliza esses investimentos? E se der errado, quem é que vai arcar com os prejuízos?
Pro povo isso significa ficar de olho na aposentadoria, meu bem. Quem paga é o povo, e quando envolve Banco Master, a galera já fica desconfiada. É desse jeito.
Rumo agora
O que pode acontecer agora é a PF apertar o cerco. Eles vão querer ver contratos, reuniões e até cafézinho se tiver a ver com o rolê. E o povo só quer saber o que vai ser do dinheiro deles.
Assinado por Alzir Queiroz
DRT nº 2288