Código de ética do STF expõe racha na cúpula
Código de ética do STF expõe racha na cúpula
Rapaz, quem tava no sofá dar fé que o clima esquentou entre os ministros do STF. Alexandre de Moraes declarou guerra ao tal código de ética que o presidente Fachin quer empurrar goela abaixo lá no Supremo. A briga é por causa de regras que colocariam a turma do tribunal na linha.
Quem tá brigando?
De um lado tá Fachin, presidente do STF, que acha que o código de ética é crucial pra limpar a barra do tribunal. Ele falou que a maioria apoia, mas tudo deve ficar pra depois das eleições. Do outro lado, Moraes, junto com Dias Toffoli e Gilmar Mendes, mandou um “tô fora” na maior cara de pau.
O que tá em jogo
O código diz respeito a regras de conduta e ética pros ministros. O tema ganhou força com a bronca do caso Master, onde parentes dos magistrados tavam envolvidos em processos bagunçados. Moraes chamou essa crítica de má-fé, dizendo que a lei atual já dá conta do recado.
Entendeu, cidadão?
O povo quer saber: essa história de código de ética muda o que na vida real? Quem tá no trecho sente quando a poeira da justiça levanta e fica cego. É questão de confiança. O racha exposto é um reflexo de como uns querem que a coisa seja organizada e transparente. Outros, nem tanto.
Let’s explicar direitinho porque conversa fiada aqui não cola.
Papo reto: quem ganha com isso?
Se passar, Fachin ganha, pois escreve seu nome na história do tribunal com a marca de quem passou a vassoura. Se não passar, fica tudo como tá, com ministros podendo administrar suas roças e negócios desde que não tomem conta direta. Mas será que só isso basta pra estancar a desconfiança?
Por que tanto barulho?
A discussão foi adiada por Fachin pra outro almoço mais tarde, mas o papo já tá cheio de ruído. Ele queria um debate logo, mas a reação de Moraes e Toffoli foi firme, levantando dúvida sobre as verdadeiras intenções por trás de tanta pressa na mudança das regras.
No doze, quem ganha ou perde é a confiança do povo. E quando a coisa fica desandada, quem paga é sempre a gente. É desse jeito, e não tem conversa.
Por Alzir Queiroz
Botonarede – DRT nº 2288