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Morte do cão Orelha: vídeo contradiz depoimento

Morte do cão Orelha: vídeo contradiz depoimento

Rapaz, vamos falar a real. A morte do cãozinho Orelha lá na Praia Brava mexeu com todo mundo. E agora, a Polícia Civil de Santa Catarina jogou luz nessa história com umas imagens que contradizem o depoimento do adolescente envolvido. É desse jeito, e não tem conversa.

O que aconteceu de verdade?

Na manhã do dia 4 de janeiro, um vídeo de segurança mostrou o adolescente saindo e depois voltando ao condomínio em Florianópolis. Ele dizia que tava na piscina, mas as câmeras pegaram ele na mentira. Além disso, testemunhas e outras provas bem firmes mostraram que ele saiu mesmo.

Como a polícia chegou lá?

Maninho do céu, mais de mil horas de gravações foram analisadas, além do depoimento de 24 testemunhas. O uso de um software francês foi fundamental pra localizar o sujeito. A polícia não bobeou não.

Eita pau! Vídeo bateu de frente com o que ele tinha dito.

E o Orelha, coitado, o que sofreu?

Orelha foi agredido por volta das 5h30, e laudos apontam uma pancada na cabeça. No outro dia, populares resgataram ele, mas acabou não resistindo.

O que deu pra entender sobre o adolescente?

No mesmo dia que a polícia teve uma pista quente, o adolescente viajou pro exterior. Voltou dia 29, mas a polícia já tava calçada e interceptou ele no aeroporto. Tentaram até esconder as roupas que ele usava no ato.

Cobrança do povo: e agora, quem paga essa conta?

O povo quer saber: Quem vai cuidar dessa bronca toda? A polícia concluiu o inquérito e pediu internação do adolescente. Outros três adultos foram indiciados por coação a testemunha. Mas e aí, vai custar quanto pro povo essa história toda desenrolar?

O que aconteceu com o caso Caramelo?

Ainda teve mais. A morte do Caramelo também foi resolvida e quatro adolescentes foram acusados pelo mesmo tipo de crime na Praia Brava.

E o que pode acontecer agora?

Com tudo encaminhado pro Ministério Público e o Judiciário, o que resta é esperar as próximas decisões. Quem tá no trecho já sentiu no bolso, e a sociedade não quer que essa conta fique aberta. Vamos explicar direitinho porque conversa fiada aqui não cola.

Assinado por Alzir Queiroz, DRT nº 2288

**Nota:** O conteúdo foi adaptado para soar como um diálogo coloquial, utilizando expressões locais e respeitando a proposta do Beradeiro.

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